quinta-feira, 12 de setembro de 2013


CONCURSO BACEN – TÉCNICO : MATERIAL COMPLETO : R$ 120,00; CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO DE TÉCNICO: LÍNGUA PORTUGUESA; NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL;NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO; GESTÃO PÚBLICA; INFORMÁTICA PARA USUÁRIOS; RACIOCÍNIO LÓGICO-QUANTITATIVO; CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO DE TÉCNICO:ÁREA 1 – SUPORTE TÉCNICO-ADMINISTRATIVO: FUNDAMENTOS DE CONTABILIDADE; FUNDAMENTOS DE GESTÃO DE PESSOAS; FUNDAMENTOS DE GESTÃO DE RECURSOS MATERIAIS; ÁREA 2 – SEGURANÇA INSTITUCIONAL: GESTÃO DE RISCOS, CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E INTELIGÊNCIA; SEGURANÇA FÍSICA, OPERACIONAL E PÚBLICA;I NOÇÕES DE FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS TERCEIRIZADOS RELATIVOS À SEGURANÇA. Informações : maxvieiramenezes@gmail.com

 
CONCURSO BACEN – ANALISTA ÁREA 4 (ANTIGA ÁREA 3):-Conhecimentos Gerais; Valor R$165,00: 1) Economia; 2) Sistema Financeiro Nacional; 3) Direito Administrativo; 4) Direito Constitucional; 5) Raciocínio Lógico(questões da FGV, ESAF, CESPE e Cesgranrio); 6) Língua Portuguesa; + 1 Apostila Questões da CESPE/UnB(Banca escolhida)-Conhecimentos Específicos: ÁREA 4 (antiga área 3)Valor: R$165,00: 1) Supervisão Bancária; 2) Finanças; 3) Direito Comercial e Penal; 4) Contabilidade Bancária(COSIF); 5) Temas para Redação(Área 3). Informações : maxvieiramenezes@gmail.com

 
CONCURSO BACEN – ANALISTA ÁREA 5:-Conhecimentos Gerais; Valor R$165,00: 1) Economia; 2) Sistema Financeiro Nacional; 3) Direito Administrativo; 4) Direito Constitucional; 5) Raciocínio Lógico(questões da FGV, ESAF, CESPE e Cesgranrio); 6) Língua Portuguesa; + 1 Apostila Questões da CESPE/UnB(Banca escolhida); -Conhecimentos Específicos : ÁREA 5;Valor : R$165,00: TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES; ESTATÍSTICA; MATEMÁTICA FINANCEIRA; AUDITORIA; ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA; INFORMÁTICA AVANÇADA PARA USUÁRIOS; OPERAÇÕES LOGÍSTICAS E DE INFRAESTRUTURA; ARQUIVOLOGIA. Informações : maxvieiramenezes@gmail.com


CONCURSO BACEN – ANALISTA ÁREA 6:-Conhecimentos Gerais; Valor R$165,00: 1) Economia; 2) Sistema Financeiro Nacional; 3) Direito Administrativo; 4) Direito Constitucional; 5) Raciocínio Lógico(questões da FGV, ESAF, CESPE e Cesgranrio); 6) Língua Portuguesa; + 1 Apostila Questões da CESPE/UnB(Banca escolhida); -Conhecimentos Específicos : ÁREA 6;Valor : R$165,00: 1) TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES; 2) ESTRATÉGIA, PLANEJAMENTO E PROJETOS; 3) COMUNICAÇÃO; 4) APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL E EDUCAÇÃO; 5) DIREITO ADMINISTRATIVO; 6) DIREITO CIVIL. Informações : maxvieiramenezes@gmail.com

 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

ADIAMENTO DO ACORDO ORTOGRAFICO E AS PROVAS DOS CONCURSOS

 
Janeiro de 2013 já chegou. E a obrigatoriedade de seguir as regras do novo Acordo Ortográfico, que entraria em vigor no primeiro dia do ano, foi adiada para o início de 2016. Tudo por conta do decreto 7.875, assinado pela presidente Dilma Rousseff e publicado no Diário Oficial da União de 28 de dezembro de 2012, determinando que as duas formas de escrita coexistirão até 31 de dezembro de 2015, período ampliado de transição, onde serão consideradas corretas as grafias 'assembléia' e 'assembleia', por exemplo. Mas, nesse contexto, como ficam os concurseiros?
Segundo especialistas entrevistados pela FOLHA DIRIGIDA, a resposta é simples. Não há controvérsia. As bancas examinadoras dos concursos públicos continuarão a aceitar as duas regras ortográficas, bem como os demais setores da Educação, como nas correções de provas escolares, de vestibulares e do Enem. As organizadoras dos certames que, antes da publicação do decreto, divulgaram seus editais já cobrando o novo Acordo nas avaliações que serão aplicadas nos próximos meses terão de retificar os documentos.

Foi exatamente o que fez o Cespe/UnB. Na última semana, a organizadora de Brasília publicou edital comunicando aos candidatos do concurso do Ibama que serão aceitas as duas formas ortográficas na prova discursiva. O Centro de Seleção tomou este cuidado extra - na verdade, uma demonstração de respeito aos candidatos. Mas, a bem da verdade, sequer é preciso retificar o documento, se a cobrança prevista no edital indicar a Ortografia Oficial. É o que explica o professor Romulo Bolívar, dos cursos PLA, Sem Dúvidas e Degrau Cultural.

“Acordo Ortográfico não é conteúdo, por isso, apesar de algumas bancas o assinalarem, ele não precisa ser explicitado em edital. Se a examinadora simplesmente indicar a Ortografia Oficial, em tempos de uso facultativo, ambas as regras podem ser cobradas. Valerá o tipo de pergunta. Por exemplo: 'De acordo com as novas regras de acentuação, está correta a opção:...' Em geral, as organizadoras indicam a Ortografia Oficial entre os itens do edital; redigem todas as questões e seus textos, de acordo com a nova reforma; não fazem perguntas polêmicas sobre o tema, justamente para evitar problemas. E, na hora da redação, permitem ao candidato usar a regra que bem entender, contanto que não erre nas duas maneiras. Acredite, há quem consiga esta proeza”, revela Romulo.

O professor de Português para concursos, Márcio Coelho, concorda que as bancas organizadoras têm dado liberdade ao candidato de empregar a teoria tradicional ou o novo Acordo. Mas adverte para um cuidado que os concurseiros devem tomar. “Não se admite, coerentemente, que se empreguem os dois casos ao mesmo tempo. Na prova objetiva é que notamos algumas diferenças: existem bancas que já estão cobrando o novo Acordo, e bancas que ainda não aderiram a ele estão se esquivando dos casos em que houve alteração; vemos, assim, que está prevalecendo o bom-senso”.

Novo acordo adiado, mais tempo para estudar. Será?
O concurseiro ainda pode estar se perguntando se é melhor adiar o estudo da nova ortografia e focar na tradicional, mais inserida nas atividades do cotidiano. Conforme os especialistas, não há tempo a perder no aprendizado das novas regras, já que elas podem ser cobradas nas provas objetivas. Essa é a orientação da professora de Língua Portuguesa e Redação, Lilian Furtado.

“As duas ortografias são oficiais e o candidato deve saber as duas, caso no edital venha apenas ortografia oficial. Algumas bancas, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), já cobraram em questões objetivas as novas regras. Dentre as grafias que mais geram dúvidas está o uso do hífen, que para uma prova objetiva pode complicar se o candidato não conhecer bem as mudanças. Nas provas de redação isso não tem sido um problema quando o candidato opta por seguir apenas uma regra”.

O professor Márcio Coelho também considera importante o estudo do acento gráfico. Segundo ele, os candidatos devem ter atenção especial às palavras mais usuais que apresentaram mudanças. “É preciso cuidado, por exemplo, com ideia, joia, voo, porque instintivamente, na hora da prova, é normal colocar acento em todas elas”.

Um Acordo em desacordo, que ainda gera dúvidas
O novo Acordo substitui apenas 0,5% de termos e grafias usados no Brasil, a fim de unificar as normas da Língua Portuguesa entre os países que a utilizam: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. A idéia é facilitar o intercâmbio entre estes países e fortalecer o idioma perante as demais nações. Apenas Moçambique e Angola ainda não ratificaram o documento.

No Brasil, apesar de ser utilizado desde 2008 pelos setores público e privado, com a devida adequação dos livros didáticos em 2009, o acordo já estava fadado a causar polêmica devido a alguns setores da política nacional discordarem do prazo de adaptação às novas regras. Além disso, são propostas audiências com professores e embaixadores dos países de língua portuguesa, e uma discussão mais ampla sobre as novas regras.

A decisão pelo adiamento da obrigatoriedade de adoção do Acordo envolveu técnicos do Ministério da Educação, da Casa Civil e do Ministério de Relações Exteriores (MRE), que acharam por bem estender este prazo, seguindo o exemplo de alguns países, como Portugal, que concedeu seis anos para estabelecer o novo Acordo Ortográfico. Para Romulo Bolívar, durante a história da Língua Portuguesa, várias foram as motivações para os acordos que existiram, como a de reconstituir a escrita da época clássica, ou de aproximá-la da fala:

“Especialistas têm feito críticas pertinentes ao Acordo, mas a maioria das pessoas que quer derrubá-lo não sabe o que diz. Muitos, por exemplo, já não sabiam usar o hífen antes. E agora, com o Acordo, se depararam com a necessidade de aprender as regras, por isso se desesperam”. O adiamento para 2016 pode abrir precedentes para que novas normas sejam propostas e ainda as atuais excluídas, já que diversos setores não foram ouvidos na discussão da nova ortografia. Segundo o professor Márcio o novo acordo ortográfico tem sido mal compreendido por pessoas que não estão acostumadas a dar aulas.

“Alguns até falam em reforma da Língua Portuguesa. O que houve, na verdade, foi apenas um acordo entre os países lusófonos na tentativa de unificar as regras ortográficas. É claro que poderiam ter modificado muito mais, no entanto, para começar, está bom. Um dos casos mais polêmicos é o emprego do hífen, mas só fala mal do acordo quem nunca ensinou, por exemplo, as regras do hífen. Antes, para apenas um dos casos, tínhamos de decorar mais ou menos 100 prefixos; hoje, com cinco regras, resolvem-se todos os casos relativos ao tema”, explica.

Fonte: Folha Dirigida

http://sosconcurseiro.jcconcursos.uol.com.br/ler-noticia/716/acordo-ortografico-e-adiado--como-ficam-provas-dos-concursos-
 

quarta-feira, 10 de abril de 2013

POSSIBILIDADE DE VIDEO AULAS

Está em análise a possibilidade de elaboração de VIDEO AULAS de reforço para quem adquirir as apostilas. A análise visa a verificar os custos dos eventos(filmagem,equipamentos,edições,etc.) com abordagem de 9 disciplinas(abaixo descritas), pois busca-se um preço bem mais em conta (em torno de R$28,00 a unidade para quem adquiriu a respectiva apostila). As VIDEO AULAS anunciadas na internet chegam a R$300,00 a unidade.

1º BLOCO: CONHECIMENTOS GERAIS:

- SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: PARTE I (R$28,00)
- SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL: PARTE II (R$28,00)
- SUPERVISÃO BANCÁRIA: PARTE I (R$28,00)
- SUPERVISÃO BANCÁRIA: PARTE II (R$28,00)
- ECONOMIA (R$28,00)
- DIREITO ADMINISTRATIVO (R$28,00)
- DIREITO CONSTITUCIONAL(R$28,00)

2º BLOCO: CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

- COSIF: PARTE I (R$28,00)
- COSIF: PARTE II (R$28,00)
- COSIF: PARTE III (R$28,00)
- FINANÇAS: PARTE I (R$28,00)
- FINANÇAS: PARTE II (R$28,00)
- AUDITORIA GOVERNAMENTAL (R$28,00)
- DIREITO COMERCIAL E PENAL (R$28,00)

 

terça-feira, 9 de abril de 2013

DATA DAS PROVAS

O chefe adjunto do Departamento de Gestão de Pessoas (Depes) do Banco Central (BC), Delor Moreira, esclareceu na última sexta-feira, dia 5, que a previsão inicial da autarquia é de divulgar o edital do concurso para 515 vagas de técnico (100 vagas; nível médio; R$5.290), analista (400; superior; R$13.333) e procurador (15; bacharelado em Direito; R$16.092) em julho, e não junho, como havia dito anteriormente, e aplicar as provas em setembro(fonte: Folha Dirigida).

DICAS IMPORTANTES...!!!

Estude inicialmente pelas apostilas. Leia, no mínimo, 3 vezes antes de se programar para as vídeo aulas;

NOVIDADES..!!!

A partir da divuldação da Banca Organizadora, VIDEO AULAS para reforçar o aprendizado das apostilas.


Blog criado em 09/04/2013, inicialmente visando a prestar esclarecimentos, orientações e informações oriundos dos diversos canais disponíveis ao público sobre o Concurso Público para Analista do Banco Central -2013.